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		<title>Dilma mantém essência do Simples</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Aug 2014 16:43:15 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A presidente Dilma manterá os principais pontos da 5ª revisão da Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas, que será sancionada hoje &#8211; o ingresso do setor de serviços no regime tributário desburocratizado do Supersimples e o fim da cobrança pelos governos estaduais de alíquotas maiores do ICMS para o segmento. Na solenidade, a presidente deverá anunciar também o início de estudos por várias instituições, a exemplo da Fundação Getulio Vargas, para reavaliar as tabelas do Supersimples. Inclusive a nova tabela para o ingresso do setor de serviços, considerada elevada e mais onerosa do que o regime do lucro presumido em que se encontram.
A presidente decidiu aplicar apenas três vetos no texto aprovado pela Câmara e mantido integralmente no Senado, em julho passado. &#8220;O texto final ficou bem melhor do que a proposta defendida pelo governo&#8221;, afirma ao DCI o deputado federal Cláudio Puty (PT-PA).</p>
<p><strong>Três vetos</strong>
Relator da proposta, Puty acrescenta que em 90 dias serão discutidas as novas alíquotas do Supersimples. Segundo o deputado paraense, os vetos se referem ao fim da cobrança de taxa do Ecad, órgão de direitos autorais, junto a bares e restaurantes e estabelecimentos de diversão mantidos por micro e pequenas empresas e por empreendedores individuais; à venda de ações de micro e pequenas empresas na Bolsa de Valores; e aos benefícios previdenciários para o trabalhador rural.
Liliana Lavoratti.
Fonte: DCI – SP</p>
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		<title>A importância do ECM na organização de uma empresa</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Aug 2014 13:48:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O ECM vai muito além de capturar, armazenar e indexar arquivos digitais – por trás há uma série de estratégias, métodos e ferramentas que oferecem inteligência aos processos organizacionais. Atualmente o foco de muitas empresas, devido à sua eficiente capacidade de capturar, armazenar e gerenciar tanto conteúdo estruturado como não estruturado é o ECM (Enterprise [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O ECM vai muito além de capturar, armazenar e indexar arquivos digitais – por trás há uma série de estratégias, métodos e ferramentas que oferecem inteligência aos processos organizacionais.
Atualmente o foco de muitas empresas, devido à sua eficiente capacidade de capturar, armazenar e gerenciar tanto conteúdo estruturado como não estruturado é o ECM (Enterprise Content Management). E, de acordo com o estudo da consultoria americana Radicati, esse mercado vai crescer, em todo mundo, de US$ 5,1 bi em 2013, para mais de US$ 9,3 bi em 2017.
Quando se pensa no gerenciamento de conteúdo é possível fazer uma analogia a Alvin Toffler e sua principal obra, &#8220;A Grande Onda&#8221; – e nesse contexto é possível dizer que o Brasil vive a primeira onda no ECM. As empresas estão fermentando as uvas para fazer o vinho, com a elaboração ou já implantação de grandes projetos, na maioria sem planejamento.
Na realidade, o maior desafio é transformar estas iniciativas em um projeto corporativo, mas o mercado está amadurecendo com velocidade. Já temos sinais do progresso para a segunda onda, onde com a ajuda de fornecedores especializados algumas companhias estão preocupadas com processos sob a ótica da gestão da informação.
Países desenvolvidos já vivem há bastante tempo na terceira onda. Nela o real valor da gestão da informação foi percebido claramente e os resultados financeiros estão aparecendo em maior escala.
De fato, o ECM se tornará essencial e indispensável nos próximos anos – basta ver a evolução do seu mercado na pesquisa da Radicati. Qualquer empresa, não importa o tamanho, tem uma demanda real por organização da informação: casa arrumada significa menos tempo perdido com processos, resultando em uma competição mais assertiva.
E como as maravilhas prometidas pelo ECM podem ser colocadas em prática?
Bom, em primeiro lugar, se sua empresa não possui um departamento de TI super estruturado e especializado na gestão de conteúdos, nem tente fazer em casa. O ECM vai muito além de capturar, armazenar e indexar arquivos digitais – por trás há uma série de estratégias, métodos e ferramentas que oferecem inteligência aos processos organizacionais, permitindo a gestão dessas informações não estruturadas. É mais um serviço que vale a pena entregar nas mãos de uma empresa especializada. Ela vai analisar o ambiente e desenhar uma solução que se adeque a todas as necessidades.
No Brasil o volume de impressão está se expandindo, mas só cresce porque o volume de informações também aumenta. As empresas buscam cada vez mais disponibilizar a informação em documentos digitais, e para isso acontecer é preciso ter um equilíbrio entre o impresso e o que é transformado em digital.
Um dos exemplos mais contundentes – e que todos conhecem – é o Imposto de Renda. Foi um grande divisor de águas, já que nenhum brasileiro faz mais a declaração no papel – o arquivo já nasce digital! Imagine se uma empresa tivesse que procurar seus documentos, contas e processos declaratórios, quanto tempo iria demorar? A gestão e organização de documentos por meio digital elimina os custos referentes à compra de papel e impressão. Também são eliminadas as saídas para envio de malote ou correio.
Outra utilização interessante é para empresas que possuem um fluxo de documentos não estruturados, como aprovação de crédito, prontuários de RH e workflow de notas fiscais. O ECM os torna mais simples, rápidos e automatizados, resultando em informações acessíveis, processos mais ágeis e seguros. Isso significa redução de custos e maior eficiência operacional.
Todas as empresas têm um ciclo muito grande de contratos e para isto é preciso ter uma base inteligente, avisando a data de vencimento de cada um deles. A utilização de uma ferramenta de ECM é capaz de avisar o usuário antes de seu vencimento, evitando multas e outros inconvenientes.
Os benefícios do ECM são muito interessantes, como já deu para perceber. É simplesmente uma metodologia que ajuda, entre outros processos, a transformar os documentos físicos desorganizados em digitais organizados, criando informações úteis. Imagine o tamanho do arquivo morto do RH de uma empresa centenária. E que ele poderia simplesmente caber em um HD externo!
O documento digitalizado sozinho não tem valor, ele só vale quando tiver uma ordem que seja capaz de gerar informação com valor agregado para as companhias.
Pense nisso, sua empresa só tem a ganhar.
Por Paulo Theophilo
Fonte: Administradores</p>
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		<title>Com nova regra, empresas terão alternativa para crédito</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Aug 2014 13:44:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Samuel]]></dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[O Projeto de Lei Complementar 60 de 2014, que será sancionado hoje pela presidente Dilma Rousseff e mudará a chamada Lei Geral da Micro e Pequena Empresa (número 123 de 2006), deverá trazer uma alternativa de crédito para esses negócios poderem ter capital de giro no fluxo de caixa. De acordo com especialistas, a nova [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Projeto de Lei Complementar 60 de 2014, que será sancionado hoje pela presidente Dilma Rousseff e mudará a chamada Lei Geral da Micro e Pequena Empresa (número 123 de 2006), deverá trazer uma alternativa de crédito para esses negócios poderem ter capital de giro no fluxo de caixa.
De acordo com especialistas, a nova norma proibirá a recusa crescente de grandes e até médias empresas em pagar títulos legitimamente devidos a micros e pequenas empresas, mas que na data de seus vencimentos estejam em poder de factorings e afins.
O presidente do Sindicato das Sociedades de Fomento Mercantil &#8211; Factoring do Estado de São Paul (Sinfac), Hamilton de Brito Junior, explica que a compra de recebíveis de empresas pequenas para que elas tenham dinheiro em caixa ao venderem à prazo para outra companhia, é algo legal e comum no Brasil.
&#8220;Mas tem um movimento cada vez maior de recusa de grandes empresas, principalmente as varejistas, por não aceitar pagar esse título, uma duplicata por exemplo. E os motivos são diversos, um deles é que como são grandes, eles entendem que podem pagar quando quiser. Ou tem casos que só aceitam pagar duplicatas se for de uma instituição financeira que é parceira, tem convênio ou que faz parte do grupo&#8221;, ressalta.
&#8220;A Lei Geral da Micro e Pequena Empresa finalmente coibirá esta conduta abusiva e arbitrária, imposta a empreendedores que buscam apenas e tão somente manter equilibrado o seu fluxo de caixa. Ou seja, a mudança possibilitará que exista um equilíbrio de forças entre grandes e pequenas empresas&#8221; entende Brito Junior.
Segundo o líder setorial, o artigo 73-A da norma é explícito em seu texto &#8211; &#8220;[...] são vedadas cláusulas contratuais relativas à limitação da emissão ou circulação de títulos de crédito ou direitos creditórios originados de operações de compra e venda de produtos e serviços por microempresas e empresas de pequeno porte [...]&#8221; &#8211; sujeitando seus infratores a responder judicialmente por abuso de poder econômico.
O consultor jurídico do Sinfac de São Paulo e do Rio Grande do Sul, Alexandre Fuchs das Neves, afirma que essa mudança na lei poderia reduzir o trabalho da Justiça para esses casos. &#8220;Nós [Sinfac] fizemos estudos os quais comprovaram que existe uma série de leis que já impediam essa recusa de quem deveria pagar esses títulos. Mas são milhares de caso para serem analisados. Cada dia tem um. Isso entupiu o Judiciário&#8221;, afirmou o especialista.
&#8220;A nova regra é uma reivindicação antiga do setor [factoring]. Além de trazer uma alternativa de crédito para as micro e pequenas empresas poderem antecipar a quitação de recebíveis e ter fluxo de caixa&#8221;, comentou o deputado federal (PSD-SP) Guilherme Campos, presidente da Frente Parlamentar das Micro e Pequenas Empresas e participou da comissão que votou o projeto de lei.
Ele afirmou que esse projeto de lei deve ser sancionado hoje pela presidente sem vetos e que nesse caso atende 100% um setor. Mas ainda existe um &#8220;caminhão de reivindicações&#8221; que não devem ser contempladas, como a revisão das tabelas de alíquotas para a cobrança dos impostos dentro do regime Simples Nacional, com taxas que podem chegar a serem maiores do que se a companhia estivesse no Lucro Presumido, conforme já divulgado pelo DCI.
Mudança
De qualquer forma, de acordo com o Sebrae, as novas regras que começam a valer a partir de janeiro de 2015, após a sanção, devem alcançar mais de 450 mil empreendimentos. A Lei atenderá mais de 140 atividades que hoje estão fora do Simples Nacional.
A instituição afirma ainda que a vantagem da atualização da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa é a desburocratização, com o cadastro único por CNPJ. Além disso, a nova regra protegerá o Microempreendedor Individual (MEI) &#8211; categoria que fatura por ano até R$ 60 mil &#8211; de cobranças indevidas realizadas por conselhos de classe, por exemplo, e ainda, proíbe que as concessionárias de serviços públicos aumentem as tarifas do MEI por conta da modificação de sua condição de pessoa física para pessoa jurídica.
Por meio de nota, o presidente do Sebrae, Luiz Barretto, disse que essa alteração é mais um avanço que a Lei Geral conquistou. &#8220;A universalização do Supersimples era uma demanda antiga dos donos de pequenos negócios. Essa medida fortalece o empreendedorismo e estimula a formalização&#8221;, destaca.
O Sebrae e os especialistas lembram que a universalização do Simples é resultado de um trabalho conjunto entre o Sebrae, a Secretaria da Micro e Pequena Empresa da Presidência da República e a Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena Empresa.
Fonte: DCI – SP</p>
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		<title>Amanhã é o Dia D</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Aug 2014 18:06:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O projeto de lei que atualiza o Simples Nacional será sancionado amanhã pela presidente Dilma Rousseff em cerimônia no Palácio do Planalto. Resultado de um amplo acordo entre o governo federal, estados, municípios e o Congresso Nacional, o projeto dá o sinal verde para a entrada de mais de 140 atividades ligadas à área de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O projeto de lei que atualiza o Simples Nacional será sancionado amanhã pela presidente Dilma Rousseff em cerimônia no Palácio do Planalto. Resultado de um amplo acordo entre o governo federal, estados, municípios e o Congresso Nacional, o projeto dá o sinal verde para a entrada de mais de 140 atividades ligadas à área de Serviços no regime tributário voltado às micro e pequenas empresas.
A partir de 2015, um Faturamento anual de até R$ 3,6 milhões passa a ser a única condição para a inscrição no sistema. Estimativas do Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) apontam que mais de 450 mil empresas serão beneficiadas com a medida. Caso o texto aprovado por unanimidade na Câmara e no Senado receba o Aval de Dilma, a partir do ano que vem poderão ingressar no Simples empresas ligadas às áreas de medicina, veterinária, odontologia, psicologia, fisioterapia, advocacia corretagem, jornalismo e publicidade, entre outras.
Com exceção das atividades ligadas à advocacia, Corretagem de seguros e imóveis e fisioterapia, as demais serão tributadas com base numa nova tabela (nº6), com alíquotas que variam de 16,93% a 22,45%. Advogados, corretores e fisioterapeutas conseguiram modificar o texto e serão enquadrados nas tabelas já existentes do Simples Nacional. Com isso, terão um custo tributário menor. As atividades ligadas à fisioterapia e Corretagem de seguros e de imóveis, por exemplo, saíram da tabela seis e vão para a tabela três, de menor valor dentre as do setor de serviços, com alíquotas que variam de 6% a 17,42% Já os Serviços de advocacia foram incluídos na tabela quatro. A Receita Federal não contava com essas mudanças. Apesar disso, o ministro Guilherme Afif Domingos, da Secretaria da Micro e Pequena Empresa (SMPE), principal articulador para a atualização da lei do Simples, acredita que o texto terá o Aval do Planalto.
“Não acredito em vetos que modifiquem a essência do texto. Talvez, caso ocorram, de pontos coincidentes com outras legislações”, afirmou o ministro. Afif lembrou ser raro, nos dias atuais, aprovar um projeto de lei por unanimidade como o atual. “A atualização do Simples representa o óbvio, ou seja, que a micro e pequena empresa é o caminho para a geração de emprego, renda e inovação”, disse.
O ministro reforçou o compromisso do governo de enviar nos próximos 90 dias um projeto de lei que vai propor a revisão de todas as tabelas do regime tributário, o que deverá equacionar o “desconforto” de setores que deixaram de ser incluídos em planilhas com alíquotas mais baixas. A proposta a ser enviada ao Congresso terá como base estudos feitos por instituições independentes. O ministro adiantou que já foi assinado Convênio com a Fundação Getúlio Vargas (FGV-RJ). A Fundação Dom Cabral, o Insper e a Fipe estão também cotadas para esse trabalho.
O acesso irrestrito no regime tributário é apenas uma das principais mudanças e uma reivindicação antiga de setores ligados às micro e pequenas empresas. O texto aprovado na Câmara e no Senado também estabelece regras para o uso da substituição tributária pelos fiscos estaduais. Antes restrita às cadeias econômicas homogêneas, como as de cigarros, bebidas, pneus, combustíveis e sorvetes, a cobrança antecipada do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) com base em margens estimadas de lucro, foi expandida pelas secretarias de fazenda estaduais, atingindo um número expressivo de produtos e retirando, portanto, os benefícios tributários e a competitividade das empresas optantes do Simples. No projeto aprovado, o número de empresas atingidas pela substituição tributária cairá de 1,5 milhão para 300 mil. Essa importante modificação vai beneficiar todas as empresas e não apenas as optantes do Simples.
O projeto traz ainda alterações que visam reduzir a burocracia. Uma das novidades nesse campo é a criação de um cadastro nacional único. Com isso, o processo de obtenção das inscrições para a abertura de uma empresa será unificado, evitando a via sacra dos empresários a várias repartições da União, Estados e municípios para iniciar a sua atividade. O texto também retira a obrigatoriedade de todas as empresas apresentarem certidões negativas de débitos tributários para obter a baixa dos seus registros e cadastros na Junta Comercial e nos fiscos. A baixa de registro e das inscrições serão feitas imediatamente após o encerramento das operações.</p>
<p>Fonte: Diário do Comércio &#8211; SP</p>
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		<title>ESocial vai pôr fim ao Sefip, Caged, Rais, holerite e parte do Dirf</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Aug 2014 16:55:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[conexvinicius]]></dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[O Sebrae-SP – Escritório Regional do Grande ABC, em parceria com o Sescon-SP (Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas no Estado de São Paulo), realizou na quarta-feira (dia 23) uma apresentação sobre o Impacto do eSocial nas micro e pequenas empresas. O evento foi gratuito e [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Sebrae-SP – Escritório Regional do Grande ABC, em parceria com o Sescon-SP (Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas no Estado de São Paulo), realizou na quarta-feira (dia 23) uma apresentação sobre o Impacto do eSocial nas micro e pequenas empresas. O evento foi gratuito e presenciado por 62 pessoas, a maioria encarregados de empresas de contabilidade.
A palestra foi ministrada pela dupla de especialistas Márcio Massao Shimomoto, vice-presidente do Sescon-SP; e Wilson Gimenez Júnior, vice-presidente administrativo do Sescon-SP; na sede do Sest Senat (Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte), em Santo André.
O eSocial é um projeto do governo federal para unificar o envio de informações trabalhistas e previdenciárias. Segundo os palestrantes, trata-se de uma revolução digital que afetará empregados, empregadores, contratantes, contratados e suas relações com o governo.
“Todo o relacionamento dos Departamentos Pessoais das empresas com a Caixa, Receita, INSS e Ministério do Trabalho será digital. Não haverá mais papel”, eles informaram.
As obrigações acessórias como Sefip (sistema Empresa de Recolhimento do FGTS – Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), Rais (Relação Anual de Informações Sociais), Dirf (Declaração sobre Imposto sobre a Renda Retido na Fonte – parte) e holerites vão acabar.
“A carteira profissional, como a conhecemos hoje, deixará de existir. Ela se transformará em um cartão, semelhante aos usados pelos clientes de bancos.”
De acordo com os vice-presidentes do Sescon-SP, o tipo de controle que será colocado em prática pelo eSocial trará mais garantias e direitos trabalhistas e previdenciários, vai racionalizar as obrigações, aprimorar a qualidade das informações (em relação a cargo, função e horários de trabalho). “E, principalmente, irá combater a sonegação e aumentar o bolo da arrecadação”, afirmaram.
Hoje, segundo Shimomoto e Gimenez, as fraudes, relacionadas com seguro desemprego e abono salarial atingem R$ 1 bilhão; há um montante de R$ 2 bilhões de FGTS sob ação fiscal (ou seja, sem recolhimento), em um cenário com 30% de profissionais autônomos informais (sem qualquer registro).
O eSocial deve entrar em testes a partir do ano que vem (2015). Sua implantação definitiva está prevista para 2016.</p>
<p>Fonte: Maxpressnet</p>
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		<title>Falta de planejamento pode matar uma pequena empresa</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Aug 2014 16:47:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Uma recente pesquisa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) mostrou que os principais motivos que levam empresas a fecharem nos primeiros anos de atividade são a falta de planejamento, deficiências na gestão e o comportamento do empreendedor. O estudo da organização, intitulado &#8220;Causa Mortis: o sucesso e o fracasso das [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Uma recente pesquisa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) mostrou que os principais motivos que levam empresas a fecharem nos primeiros anos de atividade são a falta de planejamento, deficiências na gestão e o comportamento do empreendedor.
O estudo da organização, intitulado &#8220;Causa Mortis: o sucesso e o fracasso das empresas nos primeiros cinco anos de vida&#8221;, mostrou que 55% dos empreendedores não elaboraram um plano de negócios antes de abrirem suas empresas. Além disso, 46% deles afirmam ter iniciado um negócio sem conhecer os hábitos de consumo dos clientes nem a quantidade de consumidores que teriam. Outros 39% ignoravam o capital de giro necessário para abrir a empresa e 38% não sabiam a quantidade de concorrentes que teriam no setor de atuação.
O diretor técnico do Sebrae-SP, Ivan Hussni, afirma que, apesar do brasileiro querer, cada vez mais, ter a liberdade de ter o seu próprio negócio, ele precisa se preparar mais. &#8220;De cada dez pessoas no Brasil, sete estão empreendendo por oportunidade. Isso mostra que, cada vez mais, o brasileiro quer ser livre para ter sua própria empresa. No entanto, ele precisa estar mais preparado, porque hoje o mercado é grande e agressivo. A concorrência não é somente mais entre estados e cidades. A concorrência é global&#8221;, afirma Hussni.</p>
<p>Plano
O diretor técnico do Sebrae-SP orienta que um dos primeiros passos do empreendedor é se empenhar em conhecer os diversos setores da economia e decidir o setor no qual quer atuar. &#8220;Ao conhecer o mercado no qual deseja empreender, é preciso avaliar os concorrentes e conhecer o público-alvo, investigando quais os canais de comunicação que levam até ele&#8221;, diz.
O professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing, José Eduardo Amato Balian, afirma ser importante que o empreendedor faça um plano de negócios que contemple planejamento de mercado, financeiro, de tipo de mão de obra necessária, entre outros. &#8220;Apesar do fator risco ser uma das características do empreendedorismo, esse risco precisa ser consciente. É preciso conhecer muito bem o setor, trabalhando em uma empresa da área antes de abrir seu próprio negócio, conhecendo as principais fornecedoras de determinado serviço e se cercando de pessoas com conhecimento&#8221;, diz.
Balian também acrescenta que o relacionamento entre sócios é outro motivo que leva empresas ao fim. &#8220;A escolha de sócios é importante. É preciso que, entre eles, haja valores e objetivos em comum ou uma complementariedade de conhecimentos&#8221;, diz.</p>
<p>Estratégias
A pesquisa do Sebrae também mostrou que, em relação às estratégias adotadas pelas empresas em atividades, a diferenciação mostrou-se mais vantajosa para a manutenção do negócio do que a aposta em preços competitivos. Entre essas, 38% optaram por oferecer diferenciais em produtos e serviços, escolha de 26% das que fecharam. Já a adoção de uma política baseada em preços foi a preferência de 31% dos negócios encerrados e 23% das empresas que estão em atividade.
Outra informação relevante é que, nas empresas que passaram dos cinco anos, os empresários se antecipam aos fatos, buscam informações e perseguem os objetivos com mais frequência do que nas empresas encerradas.
&#8220;O importante é o empreendedor não fazer sempre o mesmo e antecipar o desejo de seus clientes&#8221;, diz Hussni. &#8220;Inovar não significa apenas alta tecnologia. Mas entender todas as vontades da clientela. Algo que muita gente desconhece ainda é que os consumidores não compram mais somente pelo preço. Mas também pela comodidade, atenção e bons produtos&#8221;, complementa.
Para o professor da Fundação Instituto de Administração (FIA), Celio Mauro Placer, uma outra forma de ter sucesso nos empreendimentos é o empresário ser flexível no momento em que precisa realizar ajustes e mudanças sejam esses no produto ou nas financeiros. Além disso, Placer acrescenta que outro fator que dificulta um avanço maior do empreendedorismo no Brasil é o ambiente de negócios, sujeito à alta carga tributária e burocracia.
Já o professor da Fundação Álvares Penteado (FAAP), Luiz Eduardo Cunha, chama a atenção para o papel das empresas &#8220;aceleradoras&#8221; no investimento em infraestrutura dos novos empreendimentos. &#8220;As empresas aceleradoras são investidores do mercado mundial que fornecem informações e dão suporte para que as empresas possam funcionar&#8221;, diz. Além disso, Cunha afirma que as escolas deveriam incentivar mais o espírito empreendedor entre os alunos.</p>
<p>Por Paula Salati</p>
<p>Fonte: DCI-SP</p>
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		<item>
		<title>Empresas perdem 5% do seu faturamento com corrupção</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Aug 2014 16:45:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[o mundo, as empresas têm cerca 5% do seu faturamento perdido a cada ano em função de práticas fraudulentas ou irregulares. De acordo com estudo recente da Associação de Examinadores de Fraudes (ACFE, na sigla em inglês) &#8211; Report to the Nations on Occupational Fraud and Abuse -, na América Latina e Caribe entre os [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>o mundo, as empresas têm cerca 5% do seu faturamento perdido a cada ano em função de práticas fraudulentas ou irregulares. De acordo com estudo recente da Associação de Examinadores de Fraudes (ACFE, na sigla em inglês) &#8211; Report to the Nations on Occupational Fraud and Abuse -, na América Latina e Caribe entre os casos registrados (172), é perdido, em média, US$ 250 mil com corrupção.</p>
<p>Apesar do levantamento não apontar esses efeitos especificamente no País, o diretor da área de Serviços Forenses da KPMG no Brasil, Claudio Peixoto, afirma que esse percentual pode ser muito maior se levar em conta o tamanho da maioria das empresas nacionais.
&#8220;As empresas privadas arcam com custos enormes em função de fraudes e corrupção. E quando menor a empresa, maior o impacto. Isso também pelo fato das grandes empresas já contarem com um padrão de governança. Se não tem um controle interno, o céu é o limite para fraudes&#8221; explica o especialista da KPMG.</p>
<p>Somente com sonegação, o placar chamado Sonegômetro, desenvolvido pelo Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional (Sinprofaz), aponta que o volume de prejuízo para o País supera os R$ 296 bilhões neste ano, o que equivale a construir 8,474 milhões de casas populares de 40 metros quadrados. Neste ano, esse montante pode chegar aos R$ 500 bilhões.</p>
<p>Segundo Peixoto, existe o triângulo da fraude, formado por oportunidade, pressão e racionalização. Ele conta que em 2009 foi contratado pelo sócio majoritário de uma empresa para investigar se o sócio minoritário estava envolvido em um caso de propina com funcionários de uma determinada prefeitura. Peixoto e sua equipe constataram que o sócio minoritário, mesmo com o negócio fechado em licitações, mentia dizendo que tinha que pagar propina para concluir o caso, ficava com todo o dinheiro, sem o menor envolvimento da prefeitura.</p>
<p>&#8220;Muitos pequenos empresários não se atentam para fatos como esse. E existem casos em que a empresa até paga propina no primeiro momento, mas depois um funcionário vê isso como oportunidade e continua fazendo&#8221;, acrescenta Peixoto.</p>
<p>O presidente do Sinprofaz, Heráclio Camargo, afirma, porém, que esse cenário vem mudando nos últimos anos, opinião endossada pelo executivo da KPMG. &#8220;Sempre vai haver um fiscal que pratica atos ilegais, assim como empresários. Mas isso é uma minoria. No caso dos fiscais, as carreiras estão mais bem trabalhadas, além de que há um maior cruzamento das informações [por conta do Sistema Público de Escrituração Digital, o Sped] que permite uma queda na corrupção&#8221;, entende Camargo.</p>
<p>Por outro lado, ele disse que ainda há muito a ser feito para que o País deixe de ser um dos mais corruptos no mundo. &#8220;Precisamos ter uma maior simplificação do pagamento de impostos, como também passar a tributar, por exemplo, rendas altas, capital especulativo, entre outros&#8221;, cita.</p>
<p>No ano passado, o País recuou da 69º posição para o 72º lugar entre 177 países pesquisados, segundo o Índice de Percepção de Corrupção (IPC), da ONG Transparência Internacional. Nessa edição conferiu ao Brasil a nota 42, em uma escala que vai de zero (para mais corrupto) a 100 (menos corrupto).</p>
<p>Possível solução
Para os especialistas, assim como para o advogado Ricardo Dantas, do Celso Cordeiro e Marco Aurélio de Carvalho Advogados, uma solução para acabar com a corrupção no Brasil é aplicação da chamada Lei Anticorrupção (número 12.846 de 2013), que completou um ano de publicação na última sexta-feira.</p>
<p>A norma dispõe sobre a responsabilização administrativa e civil de pessoas jurídicas pela prática de atos contra a administração pública, nacional ou estrangeira. Prevê multa no valor de 0,1% a 20% do faturamento bruto do último exercício anterior ao da instauração da investigação.</p>
<p>Contudo, Dantas comenta que além de causar uma insegurança principalmente para o pequeno empresário, por, talvez, ter que investir em departamento de compliance, ainda não foi regulamentada pela maioria dos estados e municípios e pelo governo federal. &#8220;A regulamentação é fundamental porque a lei ainda não prevê como vai ser conduzido o processo administrativo. Se isso não sair logo, tende a ficar na fila entre outras leis&#8221;, alerta.</p>
<p>Procurada pelo DCI, a assessoria de imprensa da Casa Civil da Presidência da República informou que não há uma data para a publicação da regulamentação.</p>
<p>Por Fernanda Bompan</p>
<p>Fonte: DCI-SP</p>
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		<title>Planejar em equipes de três pessoas traz mais resultados</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Aug 2014 16:40:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O planejamento de um negócio é tarefa árdua, que leva semanas ou até meses para ser concluída. Há quem diga que, na verdade, essa tarefa pode não ter fim, caso não seja estipulado um prazo final. Mas quem deve planejar na empresa? Apenas o empreendedor? Como o planejamento demanda informações estratégicas que muitas vezes o [&#8230;]]]></description>
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<p>O planejamento de um negócio é tarefa árdua, que leva semanas ou até meses para ser concluída. Há quem diga que, na verdade, essa tarefa pode não ter fim, caso não seja estipulado um prazo final. Mas quem deve planejar na empresa? Apenas o empreendedor?</p>
<p>Como o planejamento demanda informações estratégicas que muitas vezes o empreendedor não gostaria de ver compartilhadas com muitas pessoas, não é raro encontrar empreendedores dedicando-se de maneira isolada ao plano de longo prazo de sua empresa.</p>
<p>O que aparentemente pode ser visto como uma proteção de informações ou segredos importantes, por outro lado pode levar a resultados pífios. E há pesquisas mostrando que existe um número mágico de pessoas que o empreendedor deve envolver nessa tarefa.</p>
<p>O plano de longo prazo pode ser mais bem feito se envolver mais de uma pessoa, mas também não deve envolver inúmeras pessoas. O número mágico encontrado pelos pesquisadores liderados por Steffen Keck do Insead é três.</p>
<p>Eles chegaram a essa conclusão após uma série de experimentos que envolviam escolhas e possibilidades, a partir do uso de quantias exatas de dinheiro e ainda aplicando vários tipos de jogos.</p>
<p>A principal preocupação dos pesquisadores era comparar o planejamento feito por apenas um individuo com aqueles feitos por grupos ou equipes.</p>
<p>No caso dos planejamentos feitos em grupos há maior neutralidade em relação à ambiguidade do que no caso dos planos feitos por uma só pessoa. Os grupos têm menos aversão à ambiguidade e isso pode levar a decisões mais claras e equilibradas.</p>
<p>Isso sugere que as equipes podem lidar melhor que os indivíduos em tarefas que envolvam probabilidades imprecisas, como é o caso do planejamento. Por mais bem feito que seja, sempre haverá variáveis incontroláveis.</p>
<p>Essas variáveis, quando analisadas de maneira individual, podem induzir a mais erros que nos casos de grupos, uma vez que há pessoas mais otimistas que outras e isso pode definir um plano mais ou menos ousado, usando apenas a intuição.</p>
<p>Aliás, é muito comum encontrar planos de negócios de empreendedores superanimados com as projeções de receita crescentes para a empresa. Quando questionados sobre as premissas que utilizaram para chegar ao resultado, muitos dizem que se basearam na experiência!</p>
<p>Quando o plano é feito em grupo talvez essa tendência de exagerar nos números seja mais bem controlada antes de apresentar o plano a interlocutores externos, tais como investidores, por exemplo.</p>
<p>Fica a dica: se você estiver elaborando o plano de negócios de uma nova empresa ou mesmo de uma empresa já existente cabe o envolvimento de mais duas pessoas-chave para que o seu plano saia mais realista. Talvez, com isso, haja mais chances de ser colocado em prática!</p>
<p>Fonte: UOL</p>
<p>&nbsp;</p>


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		<title>Contrato social precisa ser revisado com regularidade</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Aug 2014 19:15:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Enquadrar corretamente a atividade da empresa no documento traz economia e benefícios. Ao abrir uma empresa, todo cuidado é pouco. Mas para mantê-la lucrativa, eficiente e competitiva no mercado é preciso redobrar a atenção. Com o Produto Interno Bruto (PIB) da economia brasileira batendo em menos de 2%, todo centavo é importante na contabilidade da [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Enquadrar corretamente a atividade da empresa no documento traz economia e benefícios.</p>
<p>Ao abrir uma empresa, todo cuidado é pouco. Mas para mantê-la lucrativa, eficiente e competitiva no mercado é preciso redobrar a atenção. Com o Produto Interno Bruto (PIB) da economia brasileira batendo em menos de 2%, todo centavo é importante na contabilidade da empresa. O consultor empresarial do Sescap Londrina, Ariovaldo Esgoti, alerta que é preciso revisar o objeto do contrato social da empresa com regularidade, pois mesmo pequenas mudanças na atividade podem impactar muito na hora de pagar os impostos. E a matemática diz: mais impostos, menos competitividade.</p>
<p>“Antigamente era comum que o empresário, ao abrir uma empresa, ao descrever as atividades que faria, colocasse várias atividades adjacentes, porque ele imaginava que um dia poderia vir a fazê-las. Hoje esta prática não é mais recomendada, pois as regras fiscais mudaram muito especialmente depois da implantação do regime tributário do Simples Nacional”, explica Esgoti.</p>
<p>O Simples Nacional foi previsto na Lei Complementar nº 123/2006, visando aperfeiçoar o tratamento a ser dispensado às microempresas e empresas de pequeno porte. O objetivo essencial tem sido o de facilitar a apuração e o recolhimento de impostos e contribuições, reduzindo a carga tributária dessas empresas. De lá para cá a lei foi revista algumas vezes, ampliando-se o número de atividades com direito a integrar tal sistema tributário.</p>
<p>Um dos casos emblemáticos que podem trazer prejuízos para os empresários diz respeito ao setor de construção civil, explica Esgoti. Segundo ele é preciso critério e atenção ao definir o objeto da empresa, entre outros aspectos. Se a empresa colocar no contrato social que a atividade é “execução de obras de construção civil”, automaticamente ela estará enquadrada no anexo quatro do Simples Nacional. Mas, supondo que a empresa trabalhasse apenas com serviço de pintura ou instalação de rede elétrica ou ainda hidráulica, especificando-se o que realmente faz, a empresa será enquadrada no anexo três, tendo benefícios no custo previdenciário”, explica Esgoti. Qual a diferença? Enorme. No anexo três o valor pago à Previdência está embutido. Em uma das faixas iniciais do anexo três a contribuição previdenciária da empresa é de 4% e o empresário está isento da retenção por parte do contratante que é de 3,5% ou 11% dependendo do caso.</p>
<p>Por outro lado, se estiver no anexo quatro essa contribuição é de 20% sobre a remuneração dos funcionários e ainda sofrerá a retenção por parte da empresa contratante, naqueles mesmos porcentuais”, disse Esgoti. Essa diferença impacta muito no custo da empresa. É o caso, por exemplo, de uma loja de material de construção. Se ela colocar no objeto do contrato social que, além de revender materiais de construção, presta serviços de execução de obras da construção civil, como instalação de gesso, colocação de piso etc, será enquadrada como construtora e perderá os benefícios do anexo três.</p>
<p>Esta revisão periódica do objeto do Contrato Social também é importante para adequação das novas atividades da empresa com o momento em que ela vive. É comum no mundo dos negócios as empresas, com o decorrer do tempo, irem mudando sua atividade fim ou agregando outras atividades à original. “Quem exerce atividade que não está prevista no contrato social, pratica o desvirtuamento de finalidade e isso pode levar a problemas graves, inclusive correndo o risco de ser autuada ou multada, já que está trabalhando em algo que não está contemplado na sua atividade autorizada. O desvirtuamento pode gerar responsabilidades para o empresário, inclusive com a possibilidade de vir a responder com todos os seus bens, ultrapassando-se, assim, o valor garantido pelo capital previsto no contrato social”, explica Esgoti. Por isso, alerta ele, a revisão periódica do objeto do contrato pode significar não só uma economia, mas em alguns casos a própria sobrevivência da empresa.</p>
<p>Fonte: Sindicato das Empresas de Consultoria, Assessoria, Perícias e Contabilidade de Londrina – Sescap-Ldr / Folha de Londrina</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>GFIP: Projeto de Lei sugere anulação de multas</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Aug 2014 19:11:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[SESCON-SP e FENACON mobilizam-se pela anistia ou suspensão da cobrança de multas geradas pela falta ou atraso na entrega da Guia de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social (GFIP) do período entre 01/2009 e 13/2013. O Projeto de Lei 7512/2014, que sugere a anulação das penalidades relativas à GFIP, foi apresentado recentemente no [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>SESCON-SP e FENACON mobilizam-se pela anistia ou suspensão da cobrança de multas geradas pela falta ou atraso na entrega da Guia de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social (GFIP) do período entre 01/2009 e 13/2013.</p>
<p>O Projeto de Lei 7512/2014, que sugere a anulação das penalidades relativas à GFIP, foi apresentado recentemente no Plenário da Câmara dos Deputados.
O conteúdo do documento contém sugestões do SESCON-SP e da FENACON em favor do segmento contábil, que cumpre a obrigação acessória em nome do empreendedorismo brasileiro. As reivindicações foram entregues pela Federação ao deputado federal Laércio Oliveira, autor do PL, em abril passado.
Além da proposta relativa às multas geradas pela falta ou atraso da apresentação da GFIP do período de 01/2009 a 13/2013, também constou no documento entregue ao parlamentar a fixação de um prazo de 90 dias, a partir da publicação de nova legislação sobre o tema, para a entrega da exigência fiscal pelas empresas que ainda não prestaram as informações, sem penalidades.
Uma das justificativas para o pleito está baseada na autuação após um grande período, tendo em vista que as penalidades vêm sendo aplicadas apenas agora, com a unificação dos sistemas da Previdência Social e da Receita Federal. O ano de 2009 foi o primeiro a ser examinado, com a expectativa de que o mesmo processo ocorra nos anos seguintes e até 2015. Isso, conforme determinação do TCU, antes da decadência do direito de cobrança.
Para o presidente do SESCON-SP, Sérgio Approbato Machado Júnior, a cobrança precisa ser revertida, pois a falta destes dados não gerou prejuízos ao Governo, mas o acumulado destas penalidades pode acarretar em grandes danos aos contribuintes. “A situação esbarra no caráter educativo das multas e pode trazer consequências como a descontinuidade de empresas e desemprego”, frisa o líder setorial.
A não entrega da GFIP sem movimento é passível de multa de R$ 200. Já a Guia com movimento é de, no mínimo, R$ 500.</p>
<p>Fonte: Contábeis.com.br / SESCON – SP</p>
<p>&nbsp;</p>
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